Paciência
1 Coríntios 13:4-13
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. 5 Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. 6 O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. 7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8 O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. 9 Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos; 10 quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. 11 Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino. 12 Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido. 13 Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.
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O que essa promessa diz
Paciência é a espera ativa de Deus, com as mãos ocupadas no serviço e o coração firme. Na prática, ela aparece na demora que se aceita sem azedume, no cuidado contínuo com quem ainda não mudou e na recusa de apressar o que Ele escolhe fazer no tempo dele.
Leia com contexto
A primeira carta aos Coríntios foi escrita por Paulo, provavelmente no ano 54 d.C., durante sua estadia de quase três anos em Corinto. A cidade era rica e comercial, além de politeísta, e a comunidade recém-criada dividia-se em grupos que disputavam sabedoria e dons espirituais.
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