Anjos Guardiões
Lucas 18:11-14
O fariseu, em pé, orava no íntimo: ‘Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano. 12 Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho’. 13 “Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador’. 14 “Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado”.
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O que essa promessa diz
Os textos apresentam anjos como enviados de Deus para guardar, dirigir e proteger o caminho de quem caminha em fé. Na prática, isso se vive como segurança para sair de casa à noite, atravessar um trecho arriscado e orar sabendo que não se está desamparado.
Leia com contexto
O Evangelho de Lucas, escrito no início do século I d.C., por um médico e companheiro de viagem de Paulo, segundo a tradição, destina-se a gentios que queriam conhecer a história de Jesus. O segundo volume de Lucas é o livro dos Atos.
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